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Quarta Feira 16/11 – Eletronika

 

eletronika

Festival apresenta até sábado 19 atrações musicais

O projeto de música experimental Objeto Amarelo, às 20h, e o duo de death metal e grindcore Test, às 21h, abrem a programação do Eletronika nesta quarta-feira. Ambos integram a programação nacional com curadoria de Maurício Takara e que inclui ainda o trio de rap Elo da Corrente e o produtor Psilosamples, convidado da festa de dois anos do Mixsórdia, em abril – ambos se apresentam na quinta. Até sábado, 19 atrações musicais apresentam-se em diferentes espaços do Palácio das Artes, dentre elas o SP Underground, projeto de Takara, o coletivo mexicano Nortec, a dupla californiana Kisses, o quarteto Ladytron. De BH, Rubinho Troll, acompanhado de outros integrantes do Sexo Explícito, e 4propri8, do AZRecs. Confira a programação completa no site.

Eletronika // Palácio das Artes

Onde: Palácio das Artes – av. Afonso Pena, 1.537, Centro // Quando: qua. a sáb. // Quanto: Foyer – de graça; Sala Juvenal Dias – não informado; Sala João Ceschiatti – R$ 30 (inteira); R$ 15 (meia); Grande Teatro – R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia); // Informações: (31) 3236-7400


Quinta Feira 17/11 – Robison

 

robinson

Monólogo reabre teatro de bolso do Galpão Cine Horto

O monólogo “Robison”, em cartaz na capital, aborda a loucura, a solidão, a capacidade humana de adaptação ao meio em que vive e a reprodução individual, ou em pequenos grupos, de mecanismos de poder utilizados por grandes líderes contemporâneos por meio da obra “A Vida e as Estranhas Aventuras de Robinson Crusoé”, de Daniel Defoe. A peça é a primeira criação do Pequeno Mamute Capitão Amável, formado pelos jovens atores mineiros Dimitrius Possidônio e Francis Severino, e reabriu, na semana passada, o Teatro de Bolso do Galpão Cine Horto, espaço que sera destinado à apresentação de cenas curtas e espetáculos de pequeno porte.

Galpão Cine Horto

Onde: Galpão Cine Horto – rua Pitangui, 3.613, Horto // Quando: qui. a sáb., às 21h; dom., às 20h. Até 20/11 // Quanto: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia) // Informações: (31) 3481-5580


Destaque 18/11 – Piolho Nababo

 

piolhozica

Mostra recebe exposição de originais d’A Zica 1

Ainda em clima de lançamento, A Zica 1 apresenta uma exposição de originais de trabalhos presentes na revista na mostra coletiva Piolho Nababo. Exemplares da nova edição, que tem 92 páginas e 62 autores, estarão à venda, por R$ 10, assim como outras revistas do grupo Quadrinhos (In)Dependentes. Canhotagem, um dos editores d’A Zica, e Mingote comandam o penDJ.

A Zica
// Piolho Nababo

Onde: Ystilingue – Edifício Maletta – avenida Augusto de Lima, 233, sobreloja 35, Centro // Quando: sex., às 19h // Quanto: entrada gratuita; A Zica – R$ 10


Sexta Feira 18/11 – Baile da Pesada 2º Round

 

bailedapesada

Matéria Prima é o mestre de cerimônia

Um dos mestres da rima em BH, o MC Matéria Prima é a principal atração da edição da festa Black Broder que será realizada esta sexta-feira no Granfino (Santa Efigênia). Na ativa desde o final dos anos 90, Matéria Prima já integrou os grupos Quinto Andar e Subsolo, nos quais foi parceiro de gente como o carioca Marechal e o paulista Kamau. Hoje, ao lado de Ferpa, é um dos frontmen do Zimun, banda experimental de rap, jazz e dub. A noite terá batalhas entre as crews de DJ Funk-se! (Alex C, Deivid e Fausto) e Black Broder (Djs Maurinho, Thiagão e Yuga), apresentações de bboys e dançarinos de soul.

Matéria Prima // Black Broder // Granfino

Onde: Granfino – av. Brasil, 326, Santa Efigênia // Quando: sex., às 22h // Quanto: R$15 até meia-noite na lista amiga (enviar nomes para djyuga@gmail.com até sexta, 18/11, às 16h20); R$20 depois da meia-noite // Informações: (31) 3241-1482 e 8388-0819


Destaque 18/11 – Sonhos para Vestir

 

sonhos

Peça tem texto de ex-integrante do Grupo XIX e direção de Vera Holtz

A peça “Sonhos para Vestir”, que sera encenada em BH desta sexta a domingo, transcorre no tempo do devaneio, quando a memória estabelece diálogo entre o vivido e o sonhado, a vida e a morte, a partir de uma reflexão lúdica e poética sobre as palavras. Questões filosóficas e íntimas são compartilhadas com o público, de maneira interativa, estreitando os limites que separam a atriz da plateia e a filha de um pai. A montagem carioca, que estreou há um ano, tem texto e interpretação de Sara Antunes, ex-integrante do Grupo XIX de Teatro, e direção de Vera Holtz, que recentemente tem se dedicado mais à função.

Sonhos para Vestir // Funarte MG

Onde: Funarte (Casa do Conde) – rua Januária, 68, Floresta // Quando: sex. e sáb., às 21h; dom., às 19h // Quanto: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia) // Informações: (31) 3213-3084


Sábado 19/11 – Museu:observatório

 

museu

Seminário, entrevista aberta e curta no MAP

Como parte da exposição “Museu:observatório”, do artista fluminense Eduardo Coimbra, serão realizados neste sábado um seminário e uma entrevista aberta. Participarão do seminário a historiadora e crítica de arquiteura Ana Luiza Nobre, professora na PUC-Rio, e o crítico de arte Joerg Bader, diretor do Centro de Fotografia de Genebra. A entrevista aberta com o artista sera conduzida pela curadora do Museu de Arte da Pampulha, Renata Marquez, e pela coordenadora do curso de conservação-restauração da UFMG, Magalli Melleu Sehn. Também sera exibido o curta “Espectro” (2011), de Coimbra, André Weller e David Pacheco. A exposição permanence aberta a visitação até 4 de dezembro.

Museu:observatório

Onde: Museu de Arte da Pampulha – avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Jardim Atlântico – Pampulha –Ônibus: 2212B e C, 2213, 2215A, B, C e D // Quando: sáb., às 11h // Quanto: de graça // Informações: (31) 3277-7996; map@pbh.gov.br


Sábado 19/11 – O bem viver na cidade e com arte

 

Debate sobre reinvenção do espaço urbano

A discussão sobre reinvenção dos espaços urbanos migra da praia/praça para o shopping neste sábado, e até Luhter Blissett vai. O debate “O bem viver na cidade e com arte” será realizado no anfiteatro do Pátio Savassi, dentro do projeto Estação do Saber, com a participação da artista plástica Brígida Campbell, do grupo Poro, do mestre em arte Leandro Silva Acácio, integrante do agrupamento de pesquisa Obscena, de um integrante do Conjunto Vazio e do filósofo Luiz Carlos Garrocho, professor do curso de teatro da Fundação Clóvis Salgado.

Estação do Saber

Onde: Anfiteatro do Pátio Savassi – avenida do Contorno, 6.061, Savassi // Quando: sáb., às 11h // Quanto: de graça // Informações: (31) 2551-7663


Sábado 19/11 – Festa da Onça

 

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Estudantes de arquitetura resgatam festa tradicional nos anos ‘80

Tradicional nos anos na Escola de arquitetura da UFMG nos anos ’80, a Festa de Onça terá um revival neste sábado, organizado pelos estudantes do atual sexto período. A festa, na Spasso (Prado), terá espetáculo circense, e o som dos DJs Bizafra (dDuck), Chamada a cobrar e Jaguaretê de minissaia. Quem estiver vestido com estampa de oncinha ganhará rodadas de catuaba.

Festa da Onça

Onde: Spasso – Escola Popular de Circo – av. Francisco Sá, 16, Prado // Quando: sáb., às 20h // Quanto: R$ 15 (primeiro lote, até 16/11) // Informações: Bárbara – (31) 8819-7604; Tiago – (31) 8866-6981; Belisa – (31) 9254-2011; Fernanda (31) 8482-2208


Domingo 20/11 – Exposições

 

Thiago Tenório e André Favilla mostram seu trabalho no Palácio das Artes

Duas individuais na galeria Genesco Murta, do Palácio das Artes, apresentam o trabalho de dois jovens artistas. Em “Quanto Como um Desenho”, o campineiro André Favilla, 30, mostra 14 desenhos realizados entre desde 2009, sendo dois deles em grande-formato, da série Planos, e os demais de pequeno formato, da série Alvos. Mineiro de Carmo do Paranaíba, Thiago Honório apresenta trabalhos inspirados na novela “História do Olho”, de Georges Bataille, e no ensaio “Espelho da Tauromaquia”, de Michel Leiris.

André Favilla // Palácio das Artes

Onde: Palácio das Artes – av. Afonso Pena, 1.537, centro // Quando: dom., das 16h às 21h; ter. a sáb., das 9h30 às 21h. Até 04/12 // Quanto: de graça // Informações: (31) 3237-7400


Segunda Feira 21/11 – Cinema Marginal

 

cinemamarginal

Mostra no CCBH exibe filmes como “A Margem” e “Bang Bang”

Cinco filmes brasileiros do chamado cinema marginal serão exibidos desta segunda a sexta-feira no Centro de Cultura de Belo Horizonte (castelinho da rua da Bahia). “A Margem”, de Ozualdo Candeias, abre a programação. O filme, de 1967, sobre pessoas que vivem às margens do rio Tietê, é considerado o precursor desse cinema. Também na programação “Meteorango Kid”, produção baiana de 1969 dirigida por André Luiz Oliveira, “Bang Bang”, filme de Andrea Tonacci filmado em BH e lançado em 1970, a série de documentários “Memórias da Boca do Lixo”, com curtas feitos entre 1984 e 2005. O programa de encerramento exibirá o curta “Bal Bla Bla…” (1968), também de Tonacci, o média “Superoutro” (1989), de Edgar Navarro, e o curta que faz uma relitura do cinema marginal “Veludo & Cacos-de-Vidro” (2004), de Marco Martins.

Onde: Centro de Cultura Belo Horizonte – rua da Bahia, 1.149, centro // Quando: seg. a sex., às 19h; até 25/11 // Quanto: de graça // Informações: (31) 3277-4384


Segunda Feira 21/11 – Nostalgia

 

tarkoviskij

Filme de Andrei Tarkovski é exibido

“Nostalgia” (1983), do cineasta russo Andrei Tarkovski sera exibido e comentado na sessão desta semana da mostra “Espaços: deslocamentos, exílio, derivas”, organizada por alunos da Fale (Faculdade de Letras) da UFMG. Primeiro filme de Tarkovski feito fora de seu país, trata de uma jornada mística do poeta russo Andrei Gorchakov à Itália em busca de um novo modo de vida, em companhia de Eugenia, uma atriz italiana. A mostra prossegue com exibições comentadas de “O ano passado em Marienbad”, de Alain Resnais, do dia 28 de novembro, na sala 3019, e de “The passenger, profissão reporter”, de Michelangelo Antonioni, no dia 05/12, na sala 3019.

André Favilla // Espaços: deslocamentos, exílio, derivas

Onde: Sala 3055 A – Faculdade de Letras da UFMG – avenida Antônio Carlos, 6.627, Pampulha // Quando: seg., das 15h às 18h // Quanto: de graça


Mxs Bônus Bioeconomia

 

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Mapa on-line das inscrições urbanas na capital

O site Bioeconomia é um espaço virtual por meio do qual se pode colocar em prática uma troca direta de serviços. Trata-se de uma iniciativa independente, sem vínculos partidários nem fins lucrativos. O Banco de Troca funciona assim: a hora de dedicação de todos que oferecem seus serviços vale o mesmo. E os serviços não se limitam apenas a profissões formalmente reconhecidas; é possível oferecer e obter serviços relacionados a habilidades pessoais e todo tipo de atividade informal que possa ser útil para alguém. Tambem não é necessário que as trocas sejam feitas entre os mesmos usuários. Você pode prestar um serviço para alguém e utilizar o serviço de uma terceira pessoa. O objetivo é tornar possível o resgate de relações mais humanas baseadas na cooperação e não na competição.

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